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EUB prometem velocidade cruzeiro no primeiro trimestre

Os Estacionamentos Urbanos de Braga (EUB) vão reforçar, em Fevereiro, a sua equipa de fiscalização com a entrada ao serviço de mais dois operacionais. A nova unidade de negócio da empresa municipal Transportes Urbanos de Braga (TUB) iniciou no início de Dezembro a gestão do estacionamento pago de duração limitada nas ruas da cidade com cinco fiscais, tendo entrada ao serviço, em Janeiro, mais dois elementos.

Teotónio dos Santos, administrador dos TUB, declarou ao Correio do Minho que a operação de gestão dos parquímetros está a correr dentro da normalidade esperada. “A rotação do estacionamento, que é um dos propósitos do sistema, está a acontecer e durante o primeiro trimestre iremos entrar em velocidade cruzeiro”, considera o responsável dos TUB, ainda sem dados concretos sobre o primeiro mês de actividade da EUB.

As notificações por estacionamento abusivo nos lugares pagos voltaram a surgir nos pára brisas de automóveis, após um período em que a fiscalização a cargo da Polícia Municipal foi considerada ineficaz.

“Depois de um período de sensibilização e informação junto dos automobilistas, com aviso de novas ruas da cidade que passaram a ter estacionamento pago”, os agentes da EUB passaram a deixar de ser condescendentes relativamente às infracções.

Com novo reforço da equipa de fiscalização, a EUB alargará o seu perímetro de actuação, até agora mais centrada nas artérias mais centrais da cidade de Braga.

Desde o início de Dezembro, a EUB passou a proporcionar possibilidade de pagamento do estacionamento de duração limitada através das aplicações móveis iParque e Via Verde, adiantando Teotónio dos Santos que cresce diariamente o número de automobilistas a recorrer a estas formas de pagamento.

Com a app Via Verde Estacionar, por exemplo, não é necessário identificador ou moedas, beneficiando o automobilista da vantagem de pagar exactamente o tempo do estacionamento, que pode prolongar ou terminar antecipadamente.

Os TUB assumiram também a emissão das avenças de estacionamento para residentes e empresas das zonas abrangidas por parquímetros, garantindo o administrador da empresa que a emissão daqueles títulos decorre agora de forma mais célere. “Um pedido é deferido em dois ou três dias”, garantiu, adiantando que, apesar do aumento de pedidos, ainda não foi atingido o limite de 50% dos lugares de estacionamento regulado por parquímetros existentes na cidade de Braga.

@Correio do Minho, 10 de janeiro de 2020

Mais de 40 ruas reguladas com parquímetros

Com o alargamento da zona de estacionamento de duração limitada, aprovado pela Câmara Municipal em Setembro de 2019, são agora 42 as ruas e praças da cidade abrangidas por parquímetros.

Parte das artérias que, em Março de 2014, foram retiradas da então concessão do estacionamento, voltaram a ser taxadas. São os casos das ruas dos Bombeiros Voluntários, Carvalhal, S. André, Adaltiva Vieira e Diu, entre outras. Troços das ruas Frei Caetano Brandão, 25 de Abril e Américo Ferreira de Carvalho voltam a ter parquímetros.

Nova gestão dos parquímetros dá rotatividade a estacionamento

EUB completou já um mês de gestão do estacionamento pago nas ruas da cidade de Braga. Actuação da empresa municipal de transportes passa, para já, com avaliação positiva.

Estacionar o carro nas mais de quatro dezenas de artérias da cidade de Braga reguladas por parquímetros tornou-se mais fácil desde o final do ano passado, altura em que a empresa Transportes Urbanos de Braga (TUB), através de um novo departamento, assumiu a gestão do estacionamento de duração limitada.

Sete agentes da Estacionamentos Urbanos de Braga (EUB) fiscalizam o tempo de paragem pago num perímetro da cidade alargado no início de Dezembro de 2019, ao mesmo tempo que a Câmara Municipal baixou de um euro para 80 cêntimos a taxa horária de estacionamento.

Com a efectiva fiscalização do estacionamento regulado por parquímetros passaram a surgir lugares disponíveis nas ruas mais centrais da cidade, algo que é visto como positivo pela direcção da Associação Comercial de Braga (ACB).

Rui Marques, director geral da ACB, diz ao Correio do Minho que o melhor sinal de que a transferência da gestão dos parquímetros para a empresa municipal de transportes pública foi uma boa opção “é as pessoas não falarem do assunto”.

“Nem as empresas nem os consumidores se têm manifestado, sinal de que as coisas estão a funcionar” em termos de rotatividade do estacionamento no centro comercial e de serviços de Braga, alega aquele responsável numa apreciação que é secundada por gestores e trabalhadores de pequenas empresas ouvidos ontem pelo Correio do Minho.

Carla Correia, proprietária de um talho num troço da Rua 25 de Abril que, em Dezembro de 2019, voltou a ser abrangida por parquímetros, diz-nos que o estacionamento pago é positivo para “as pessoas não deixarem o carro estacionado de manhã à noite”. Recorda que sem parquímetros nesta artéria “não havia lugares para estacionar”, situação que dificultava o acesso de consumidores ao seu estabelecimento. Na mesma rua, onde estão localizados o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga e a Escola Secundária Sá de Miranda, Teresa Marques, proprietária de um quiosque, entende que, apesar do regresso dos parquímetros, “manteve-se a confusão habitual no estacionamento”.

Na vizinha Rua de Damão, a funcionária de um pequeno parque de estacionamento privado, Luísa Pinto, constata que o negócio da empresa decresceu. “Quando a rua estava cheia, vinha muita gente para o parque, agora são muitos menos”, explica.

A Rua de S. André foi outra das que voltou a ter parquímetros a funcionar, opção que merece o apoio de Artur Oliveira, funcionário de um restaurante ali instalado. “Para o comércio é fantástico. Estou contra os que estacionavam aqui o dia todo”, diz-nos, apesar de ele próprio ter de procurar alternativas grátis de estacionamento em zona mais periférica da cidade.

Na mesma artéria, Carlos Esteves, proprietário de uma farmácia, entende também que os parquímetros “fazem falta, se não as ruas ficam cheias e o comércio local perde”, sugerindo, no entanto, que os primeiros dez ou quinze minutos “sejam gratuitos ou com tarifa reduzida” para facilitar o acesso de clientes aos estabelecimentos comerciais e de serviços.

Noutro ponto da cidade, um troço da Rua D. Frei Caetano Brandão voltou também a ter parquímetros activos. Fernando Silva é lá residente. “Já temos avença há 20 anos, nunca deixámos de pagar, mesmo com a suspensão dos parquímetros. Os moradores entregaram um abaixo assinado na Câmara Municipal para a reposição do estacionamento pago. Foi o melhor que podiam ter feito. Agora conseguimos ter lugar”, declarou.

Na mesma rua, Gisela Barros, empresária, tem avaliação contrária sobre a opção camarária. “Agora é a caça à multa. Mudeime para aqui em Novembro, acho ridículo ter de pagar com avença ou não”, disse-nos, considerando que, no que ao estacionamento automóvel diz respeito, “quem vive no centro está tramado”.

@Correio do Minho, 10 de janeiro de 2020

Gestão do estacionamento deve traduzir-se em apoio à mobilidade sustentável

Durante a apresentação da nova área de negócios dos TUB, o presidente da Câmara de Braga Ricardo Rio vincou que a atribuição desta valência aos TUB tem um alcance bem maior, que se prende com a sustentabilidade ambiental e a promoção da mobilidade urbana. Segundo o edil o objetivo é que« a gestão do estacionamento seja um mecanismo de apoio à mobilidade e a melhores serviços de transporte».

A propósito dos entraves que as dificuldades de estacionamento representam para a mobilidade, Teotónio dos Santos afirmou, em entrevista, que o transporte individual está estacionado 90% do tempo e o transporte comercial 60%.

O administrador dos TUB afirmou que o estacionamento em segunda fila penaliza fortemente a circulação e a velocidade comercial dos autocarros, adiantando ainda que os estudos demonstram que a dificuldade de aparcamento à superfície faz com que os condutores particulares façam diariamente uma média de 4,5 kms à procura de estacionamento na cidade, o que causa ainda mais constrangimentos à circulação, dificultando sobremaneira o acesso ao centro urbano.

«Admitimos que a cidade cresceu orientada para o transporte individual, como comprova, desde logo, a construção de milhares de lugares de estacionamento em parques no centro. O transporte individual desloca- -se no sentido do centro para estacionar, criando mais congestionamento», avançou.

A circulação dos autocarros dos TUB é por isso mais dificultada em alguns troços, desde logo aqueles que estão diretamente relacionados com o crescimento da cidade, havendo zonas nevrálgicas que são apontadas pelos motoristas como fonte de “dores de cabeça”, “stress” e eventuais atrasos nos transportes coletivos bracarenses.

«Quem quer aceder a Norte, a partir da Senhora-a-Branca ou da Avenida Central tem duas alternativas: ou vai pela rua de Santa Margarida, e vai esbarrar na congestionada Rotunda de Infias, ou vai subir a Rua dos Chãos, que sofre um estrangulamento do trânsito a Norte, fruto do deficiente urbanismo na zona do Largo dos Penedos. Em particular este último percurso é muito percorrido pelos autocarros dos TUB. A estes “pontos negros” para nós juntam-se outros, como a Avenida Padre Júlio Fragata, a zona junto à Universidade do Minho, sobretudo, nas horas de ponta, ou a zona do Colégio João Paulo II, em Dume, nos horários de entrada e saída dos alunos», exemplificou Teotónio dos Santos, adiantando que os TUB têm vindo, a analisar estes troços mais complicados em articulação com o Município, apresentando um conjunto de soluções que serão aplicadas na Rotunda de Infias, a título de exemplo, bem como nas “Zonas 30”.

Segundo Teotónio dos Santos em plena hora de ponta circulam pelo concelho 111 veículos dos TUB, incluindo no centro urbano, estando sujeitos a atrasos variáveis mediante o trânsito, apesar dos horários terem sido desenhados tendo em conta a real situação do tráfego e a eventualidade de atrasos.

«Tentamos adotar formas de garantir a execução dos horários de maneira a não prejudicar os passageiros, porém em vias estruturantes quando há um carro mal estacionado ou um acidente, ou basta uma avaria, para bloquear a cidade e condicionar uma série de linhas, causando um sem número de derivações ao longo da rede, fruto de uma situação, por vezes mínima, naquele troço», expôs o administrador.

Teotónio dos Santos lembra que a necessidade de acesso ao centro de Braga tem também aumentado fruto do crescimento da economia e do fenómeno da imigração, congestionando cada vez mais o trânsito e levando a empresa municipal a enveredar por uma campanha de transição para o transporte público coletivo e de captação de clientes, que se traduziu no aumento de 17% de passageiros desde 2013.

«E continuamos a melhorar as nossas linhas e a investir na oferta para tentar captar mais pessoas, evitando a utilização do transporte individual. Só no final deste ano teremos mais quase dois milhões de clientes do que tínhamos há seis anos atrás, fruto da melhoria de oferta, do congelamento dos tarifários e inclusivamente da redução que houve este ano», revelou.

Segundo o administrador, até ao final de 2020 Braga terá 32 autocarros novos, sete dos quais chegarão logo em inícios de 2020, aguardando-se que ao longo do ano a eles se juntem outros.

Braga reorganiza estacionamento e aposta em transportes coletivos e ecológicos

A estratégia de combate ao trânsito desordenado em Braga passa pela reorganização do estacionamento. Apostado em impôr ordem nos parqueamentos, o Município entregou aos Transportes Urbanos de Braga (TUB) a gestão do estacionamento pago à superfície.

O objetivo é matar dois coelhos de uma cajadada, reinvestindo a receita na renovação da frota dos TUB e incentivando os transportes ecológicos.

O s Estacionamentos Urbanos de Braga (EUB) assumem, em dezembro a gestão do estacionamento de superfície em Braga, passando a fiscalizar um total de 1800 lugares de estacionamento pagos, em 44 ruas.

A nova área de atuação dos TUB permitirá não apenas libertar a Polícia Municipal de Braga para outras solicitações, mas sobretudo traduzir-se-á no aumento das receitas dos TUB, permitindo arrecadar 500 a 600 mil euros por ano, que serão investidos na melhoria dos serviços de transportes públicos, numa lógica que o Município de Braga pretende que seja de incentivo à mobilidade urbana sustentável. Para estacionar nos espaços concessionados pelos EUB os bracarenses vão passar a pagar uma tarifa de 80 cêntimos por hora, o que representa uma diminuição de 20 cêntimos face à anterior concessão, da responsabilidade da ESSE.

A mudança será ainda sustentada por outras novidades, como a abertura de um novo espaço da empresa, na Praça Conde de Agrolongo, que foi apresentado esta semana, e pela simplificação do sistema de pagamento, que poderá ser efectuado através da aplicação “Via Verde” e, brevemente, por uma aplicação desenvolvida pelos EUB para o efeito.

O administrador dos TUB, Teotónio dos Santos, revelou que antes de avançar a equipa realizou todo um trabalho no terreno, que incluiu o levantamento das necessidades. Para breve está igualmente uma modernização do processo de digitalização, agilizando a gestão das avenças dos moradores, dos comerciantes e dos veículos elétricos.

De resto, o incentivo à mobilidade sustentável é um dos benefícios deste “pacote” da responsabilidade dos EUB, que mantém o valor das avenças para comerciantes e moradores, mas traz como novidade o pagamento de uma avença simbólica, de 12 euros anuais para os que se deslocam para o centro da cidade e ali pretendem estacionar uma viatura 100% elétrica.

O sistema permitirá também que os comerciantes do centro ofereçam aos seus clientes descontos no tempo de estacionamento, num incentivo à economia local.

Teotónio dos Santos lidera uma equipa motivada para a concretização de um projeto que implicou, nesta fase, a contratação de cinco pessoas.

«Pensamos que com a melhoria da gestão do estacionamento e uma maior fiscalização, aliada ao progresso da oferta do transporte público, geraremos uma mudança para melhor na fluidez do trânsito», afirmou o administrador.

Autocarro Escolar dedicado e gratuito evita congestionamento no centro da cidade

O School Bus de Braga deverá, neste segundo ano de atividade, recolher o dobro dos passageiros, tal o interesse que o programa de mobilidade, redução de tráfego nas escolas com maior congestionamento e descarbonização da cidade tem suscitado, sublinha o vereador Miguel Bandeira. No ano letivo passado foram transportados 200 alunos e retirados de percursos rodoviários pelo menos 166 carros por dia. Este ano, a avaliar pelo interesse demonstrado, subirão a bordo 400 passageiros e das ruas sairão 370 veículos. A viagem é gratuita. Os autocarros estão em quatro pontos periféricos: Minho Center, Continente Bom Dia, variante do Fojo, Estádio Municipal. Dali seguem para a EB 2,3 Francisco Sanches, EB 2,3 André Soares, colégios D. Diogo de Sousa, Leonardo Da Vinci e Teresiano e para o Conservatório Calouste Gulbenkian.

TUB prepara-se para melhorar oferta regular já em Setembro

DEPOIS DA REDUÇÃO TARIFÁRIA os Transportes Urbanos de Braga (TUB) apostam na melhoria do serviço. Já houve linhas reforçadas e, a partir de Setembro, melhora a oferta regular nalgumas zonas.

A empresa municipal de Transportes Urbanos de Braga (TUB) prepara-se para introduzir algumas melhorias na sua oferta regular, já a partir do próximo mês de Setembro.
Algumas das alterações decorrem ainda do programa de apoio à redução do tarifário dos transportes públicos (PART) que, além da redução de 16 por cento no tarifário, implementada em Abril deste ano, prevê um investimento na melhoria do serviço.
No âmbito do PART, o Município de Braga foi contemplado com 782 mil euros, sendo que 81 por cento da verba foi canalizada para a redução do tarifário e arestante está a ser aplicada na melhoria do serviço.
Neste contexto, já foram reforçadas as linhas para o Bom Jesus, aos sábados, domingos e feriados, indica o administrador dos TUB, Teotónio dos Santos.
Na União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, a aposta incide no reforço da ligação ao Hospital Privado, localizado na freguesia de Nogueira, nos dias úteis, para responder a uma maior procura.
A outra linha que está a ser reforçada com o apoio do PART é a que liga as Camélias ao Hospital de Braga, com um incremento das ligações ao fim-de-semana.
A partir do próximo mês, os TUB propõem-se melhorar a sua oferta regular incidindo nas zonas do concelho com menos serviço de transporte público, explica Teotónio dos Santos, sem concretizar, contudo, as linhas que vão ser melhoradas.
Questionado sobre o impacto da redução do tarifário, o administrador dos TUB admite que foram ainda poucos meses para sustentar uma análise detalhada e que as pessoas ainda estão a tomar conhecimento das alterações.
Mesmo assim, reconhece que “já se nota um aumento”, quer nas vendas de títulos de transporte, quer nos passageiros transportados.
Certo é que os TUB têm vindo a consolidar um aumento de passageiros nos últimos cinco anos de actividade da transportadora municipal.
Outubro será outro mês marcante para os TUB já que é o mês apontado para a empresa municipal assumir a gestão do estacionamento à superfície em Braga.

Responsabilidade social levou os TUB a adoptar

PROJECTO RIOS mobiliza várias entidades, entre elas a empresa municipal de Transportes Urbanos de Braga assumindo a sua responsabilidade social.

A 14 de Setembro, a empresa municipal de Transportes Urbanos de Braga (TUB) mobiliza os seus colaboradores para mais uma acção de limpeza do Rio Este. No quadro da sua responsabilidade social, a transportadora municipal adoptou um dos troços do Rio Este com maior visibilidade, já que atravessa a zona urbana. Trata-se do troço entre a ponte de São João até ao Altice Forum Braga, junto ao pólo de Braga do IPCA, na União de Freguesias de S. Lázaro e S. João do Souto.

As acções de limpeza, pelo menos uma por ano, contam com o apoio do Clube Recreativo do Pessoal dos TUB (CRPT), sendo objectivo envolver o maior número possível de colaboradores e até a comunidade.

Vânia Barbosa e Cristina Gago fizeram formação específica e têm assumido a componente mais técnica de monitorização do troço de rio adoptado pelos TUB e apontam que “é um projecto mobilizador, mesmo para os colaboradores”.

Duas vezes por ano, as duas colaboradoras do TUB fazem a monitorização daquele troço de água, através da recolha e registo de dados físico-químicos e biológicos.

Sempre que vão ao terreno, Vânia e Cristina são abordadas por populares que aproveitam para fazer denúncias e/ou sugestões, sempre em nome da preservação do rio.

Como adoptante desde 2015, uma das iniciativas dos TUB foi uma plantação de árvores ao longo da margem na tentativa de ajudar à conservação deste ecossistema ribeirinho.

Além da acção de limpeza anual, as próximas saídas de monitorização serão aproveitadas para acções de “plogging” revela Vânia Barbosa, apontando para a recolha de todo o tipo de resíduos no troço em causa.

Cristina Gago admite que “não é fácil conjugar com a actividade empresarial”, mas sinaliza “o envolvimento progressivo dos colaboradores e até de estagiários que passam pelos TUB”.

Além da componente mais técnica, as duas colaboradoras destacam o convívio que se gera nas acções de limpeza e mesmo de monitorização do rio, evidenciando o impacto deste projecto “dentro e fora da empresa”.

Novos Autocarros Elétricos abrem caminho para a descarbonização em Braga

O serviço público de transportes é, por si só, a principal forma de descarbonização das cidades. Os movimentos pendulares quotidianos são hoje responsáveis pelo congestionamento das cidades e pela emissão excessiva de gases nocivos e efeito de estufa. Nesse sentido, o transporte público quer-se rápido, confortável, eficiente e principalmente ambientalmente sustentável. Só desta forma se cativa passageiros e garante vantagens na sua utilização. Atualmente, com as soluções tecnologias proporcionadas pelos veículos elétricos, a solução para uma descarbonização em larga escala poderá estar encontrada.

Em 2017, os Transportes Urbanos de Braga, E. M.  avançaram para um projeto ambicioso de sistematização do transporte em veículos elétricos. Com os apoios comunitários concedidos à descarbonização, via PO SEUR, foram adquiridas 6 viaturas movidas 100% a eletricidade bem como toda a infraestrutura de carregamento necessária. A visão do conjunto operação/veículo é encarada como a mais valia a perseguir. Não é apenas a aquisição de veículos elétricos que faz a mobilidade elétrica, mas sim a necessária articulação entre os meios técnicos de Engenharia e Exploração por forma a encontrar as melhores soluções e extrair o máximo das vantagens ambientais, energéticas e económicas. Assim, com o foco inicial na linha 43, 100% elétrica, entre a Estação da CP e Universidade do Minho, foi delineado um plano onde circulam 2 viaturas, recorrendo a uma terceira para desdobramento e recarga. Por outro lado, a linha 87, que liga a mesma Estação e o Hospital de Braga, utiliza diariamente 3 viaturas elétricas no período de maior afluência, início da manhã e meio da tarde, com paragem para recarga.

Confortáveis, de design moderno e silenciosas, são argumentos cativadores de uma população, por um lado jovem, atenta à inovação e questões ambientais, por outro, frequentadores do Hospital que privilegiam o conforto e bem-estar.

Operacionalmente distintas, mas também com percursos entre o orograficamente exigente (inclinação superior a 10%, na ligação ao Hospital) e o trajeto plano na ligação à Universidade, disponibilizam informação para estudos diferenciados e validação de diferentes soluções.

As 6 viaturas iniciaram a circulação em 1 de outubro de 2018. Assim, até final de junho de 2019, os TUB reduziram substancialmente as emissões de CO2 no centro da cidade de Braga poupando simultaneamente na energia primária equivalente consumida, comparativamente com as viaturas a gasóleo substituídas. A estes valores acrescem resultados económicos positivos por via da redução no custo com combustível (eletricidade vs. gasóleo) que, garantidamente, subirão com o sistema de carregamento inteligente que está já a ser implementado.

Travagem regenerativa, forte binário disponível, otimização da climatização, entre outras, permitem a estes veículos um maior rendimento construindo uma base sólida para projetos futuros.

Brevemente os TUB irão receber 7 novas unidades elétricas, atualizadas tecnologicamente, que permitirão com um carregamento único “overnight” uma operação diária ininterrupta. No mesmo processo de renovação de 30% da sua frota operacional, serão ainda incluídas 25 viaturas movidas a gás natural, até final de 2020.

Os TUB E.M. assumem assim as duas vertentes máximas de descarbonização, por via do transporte publico em veículos ambientalmente sustentáveis, contribuindo para uma melhor qualidade de vida dos bracarenses e enorme impacto na qualidade do ar e condições de mobilidade.

Mais pessoas vão de autocarro até à Praia Fluvial de Adaúfe

A carreira efetuada pelos Transportes Urbanos de Braga (TUB) até à praia fluvial de Adaúfe tem cada vez mais clientes.
Segundo os TUB, esta carreira tem tido um crescimento grande ano após ano desde a sua criação em 2014.
«Este ano o aumento continua e comparativamente ao ano anterior estamos com um aumento de 20%», referiu o administrador dos TUB, Teotónio Santos.
A carreira tem 65 dias de operação desde 29 de junho a 1 de setembro com viagens diárias entre as 10h00 e as 19h00.
O responsável pelos TUB afirmou que este serviço permite fazer uma valorização do território transportando as pessoas para a praia fluvial de Adaúfe.
«É um local aprazível e com todas as condições de segurança», referiu Teotónio Santos.
O serviço transporta muitos turistas, bracarenses e estudantes.
«Estamos conscientes que tem sido, desde 2014, uma aposta ganha», declarou o administrador.
Teotónio Santos adiantou que todos os anos os números de clientes têm vindo a aumentar.
«Se a procura aumenta é porque as pessoas estão satisfeitas e valorizam o nosso esforço nesta tentativa de enaltecer do território», afirmou.
A Praia Fluvial de Adaúfe tem, pelo quarto ano consecutivo, a bandeira azul.
Esta é considerada um exemplo para as outras praias fluviais do concelho. Dada a grande afluência a esta praia, o Município de Braga já anunciou que está a trabalhar para diminuir a pressão existente na Praia de Adaúfe, criando alternativas com as mesmas condições paisagísticas e de acolhimento.

Classificação do Bom Jesus influencia no número de passageiros

O facto do Santuário do Bom Jesus do Monte ter sido classificado como Património da Humanidade a 7 de julho deste ano tem tido influência em algumas linhas disponibilizadas pelos Transportes Urbanos de Braga, nomeadamente a linha do Bom Jesus.
Teotónio Santos acrescentou que, ao saber da possibilidade da classificação, anteciparam a previsível afluência de visitantes e aumentaram a oferta no decorrer do ano de 2019, aos fins de semana «para precaver essa situação».
«No início de junho fizemos uma melhoria significativa na oferta da linha do Bom Jesus, nos sábados, domingos e feridos. Fizemos bem em antecipar a situação. A procura aumentou», concluiu o administrador, em declarações ao jornal Diário do Minho.